Como amante de filmes de ficção científica, vi o filme “Metropolis”, pela primeira vez, aos 16 anos, num cinema em Berlim e fiquei fascinado como
Fritz Lang produziu as componentes técnicas com os recursos daquele tempo.
A intenção e a motivação de fazer uma nova so- norização para este filme, chegou-me em meados dos anos 90, quando, por acaso ou talvez por de- stino, estava numa festa electrónica e o filme foi projectado na parede e no público que dançava.
De um modo inesperado, musica e filme mistura- ram-se, criando algo completamente novo.
